segunda-feira, 6 de julho de 2009

Diana e o bolo de aniversário - parte I

E foi preciso fazer 24 anos para finalmente ter o bolo dos meus sonhos, quando tinha 8 anos é certo, mas ainda assim o dos meus sonhos.

Oh diabo! Reparo agora que comecei o texto por "E foi preciso..." como se tivesse dito em primeiro lugar que recentemente festejei o meu aniversário. Peço desculpa caro leitor.

Bom, mas dizia eu que o bolo do meu aniversário acabou por ser aquele com que sonhava quando tinha 8 anos. O leitor estará neste momento a questionar-se "que raio teria o bolo?", "a que saberia?", "como estaria decorado?". (Se não está a questionar-se trate de o fazer, que é para o que está escrito de seguida fazer sentido. Obrigada.) Pronto, pronto chega de tanto mistério, cá está uma imagem do bolo:






Lindo não é? Sim, mas lá está, para uma menina pequenita e fã da Barbie. (E para a Inês também! Ela é que ainda tem artigos da Barbie. E não, não tem 8 anos.)

O leitor volta a questionar-se. Vá questione-se! Eu vou ali comer qualquer coisa enquanto se questiona e volto já... Voltei! Então? Vá eu ajudo, questione-se assim: Porquê uma plaquinha da Barbie?

É simples, alguém se esqueceu de comprar uma plaqinha minimamente adulta a dizer "Parabéns e tal...". Vai daí, esse mesmo alguém lembrou-se que poderia usar a placa do aniversário da filha, escrevendo com caneta de acetato "Parabéns Diana".

E pronto, está explicado. Tenho a acrescentar que o bolo estava bastante saboroso e que o próximo até pode ter a "Hello Kitty". Bom, isso talvez seja demais, mas pode ter a "Puka" desde que saiba bem.

Um forte abraço

Diana

terça-feira, 23 de junho de 2009

Breve momento de reflexão. Cuidado.

Epah cum caraças! (peço desculpa, mas sempre sonhei em começar um texto assim e como estou no meu blog, ou como faço parte do mesmo - para não haver chatices com o resto do gajedo- faço e escrevo o que quiser e vocês não mandam) e agora não sei que pontuação fazer aqui porque terminei um parênteses mas antes tinha posto um ponto de exclamação e pronto está tudo. Fiquei sem folego agora porque, não sei se repararam, mas mal fiz pontuação. Que giro.
No entanto, o motivo que me leva a escrever um post para este dignissimo blog é uma pequena/grande coisinha que eu tenho vindo a reparar durante as minhas visitas ao Detesto Moscas. Quando se deu a criação aqui do blog, já se calculava que este tivesse poucas visitas (por motivos mais do que óbvios, que nem vale a pena referir porque senão entro em depressão aqui e agora) e que os comentários fossem poucos ou quase nenhuns. Contudo, e agora peço a vossa total atenção, nunca nos passou pela cabeça que, para garantir a sobrevivência deste blog, fosse preciso as próprias autoras comentarem os seus textos. E um ou outro conhecido.
Acho que isto não se encontra em mais nenhum lado neste vasto mundo blogueiro. Bem...tinhamos de marcar a diferença em alguma coisa.
Resta-me é pedir à ilustríssima Inês que venha comentar o blog também. É que para a coisa ficar totalmente compostinha faltas tu, como "sócia" do Detesto Moscas, vir comentar aqui os textos. Para isso vais ter é de criar um. Ou isso ou começas a pagar quotas.




Maria João

quinta-feira, 4 de junho de 2009

OHH BOUUA!

Mas será possivél que ninguem actualize este blog? É que eu cada vez que venho cá, sou obrigada a dar de caras com o meu último texto! Muito bem que eu gosto que me deêm espaço para brilhar, mas tanto brilho ofusca! Por isso, vou já fazer aqui um textinho á maneira! E vou falar daqueles senhores cuja sua profissão é carregar baldes de massa e mandar uns piropos! Quem é que nunca foi altamente elogiado (se é que se pode chamar elogio) por um trolha? Gordas, magras, morenas, loiras, todas fazem as delicias destes senhores! Comentários como "BESTIA-TE UM PIJAMINHA DE CUSPE!", ou até mesmo "ATÉ TE MARTELABA!", fazem parte do historial de qualquer rapariga que se preze. A sensação de passar ao pé de uma obra, parar tudo de trabalhar, deixar de se ouvir betoneiras e afins é de facto maravilhosa. Ouvem-se então uns assobiozinhos que nos deixam todas coradas, e com o ego lá em cima.
Eu confesso que até acho uma certa piada ser assediada por quarentões que envergam martelos peneumáticos ou pás, desde que -e agora atenção!- tenham o belo do "bronzeado á trolha". Isso é logo a primeira coisa a deixar-me ko! A mim e a muita mulherada!
Portanto, senhoras de todas as idades, tamanhos e coisas que tais, sempre que passarem nalgum sitio em obras lembrem-se que dentro de breves segundos, irão ser altamente assediadas. Não é por serem bonitas. É mesmo por terem "pipi".
Maria João

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Ele há coisas!

Como qualquer jovem da “moda” estou registada no hi5. Ontem, num dos meus passeios ao meu perfil, verifiquei (como eu adoro esta palavra!) que sou membro de um grupo, lá no hi5, que se intitula por, “a noite foi feita para nós”. Isto era tudo muito bonito se eu saísse à noite! É que quem for ao meu hi5 fica com a ideia que eu sou uma grande maluca e que ando sempre em noitadas! Mas a verdade é que os meus serões são passados à frente da lareira a ver as novelas da TVI! Ah! Com a mantinha nas pernas! Tenho uma vida muito emocionante! Eu devia era estar registada num grupo tipo:”a noite foi feita para os outros” ou qualquer coisa do género…
E pronto no fundo era isto. Um bem-haja.
Maria João

quarta-feira, 1 de abril de 2009

A arte de levar uma tampa

Levar uma tampa. Toda a gente já levou uma (e se disserem que não estão a mentir!). Conhecida por muitos como uma maneira de despachar pessoas indesejadas, é vista por outros como uma arte. Eu desconfio que até haja peritos que se debruçam unicamente sobre esta temática, mas isso levar-nos-ia por outros caminhos.
A questão que se coloca aqui é então a seguinte: porque razão é que levar uma tampa pode ser considerada uma arte? Ora muito bem, há diferentes maneiras de despachar uma pessoa:
1-A chamada técnica do trespasse (defendida por Fernando Alvim)
2-A técnica do “Estou doente, não quero que sofras por minha causa”
3-A célebre frase:”Tu não és o problema…quem o é sou eu.”
4- E mais uma data delas que dependem da originalidade de cada um.
Todas estas artimanhas de certa forma suavizam o acto de deixar alguém de quem já não gostamos, que já não nos diz nada. No fundo até se pode dizer que são formas de compaixão para com a outra pessoa, de maneira a não a fazer sofrer ainda mais. Agora levar uma tampa meus senhores é uma coisa mais a bruta! E tem arte! Sabem porquê? Porque embora se resuma a um simples:” Epah não quero nada contigo. Descola!” faz-nos pensar numa série de coisas ao mesmo tempo: “Mas…mas será que sou chata/o?”, “Será que tenho mau hálito?”, “Não me digas que foi por causa da minha unha encravada!”, “Deixa-me pegar na caçadeira que já te digo!”- enfim; tudo coisas que nos vêm á cabeça no momento. Levar uma tampa deixa-nos estáticos por algum tempo e aí começamos a dar uma volta pela nossa vida, a massacrar-nos e a questionarmo-nos sobre grandes dogmas existenciais (na melhor das situações).
Neste momento sei o que vos está a passar pela cabeça:”Então mas será que ela levou uma tampa?!”. Não têm nada com isso seus curiosos! Limito-me a cumprir as minhas funções de blogueira! E agora se me dão licença vou ali pegar na caçadeira.
Maria João

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Cá está, bela e amarela...



...ou verde, mas verde já não rima com bela, portanto estragava-me o título e toda a gente sabe que amarelo misturado com ciano dá verde. No fundo, no fundo não está assim tão mal. Para além de que, desperdiçar um título é um luxo ao qual não me posso dar, porque a crise anda aí. (A Islândia faliu caros leitores! A Islândia!) Aliás, a culpa desta sociedade blogueira andar tão pouco actualizada é da crise. Não da que anda por aí a falir fábricas e países, não senhor, mas sim da crise de criactividade que atinge estas pobres cabeças.

Voltando ao que interessa... E quem está bela e amarela? A Inês, a sócia que nunca aparece. E nunca aparece porquê? Porque anda francamente mais preocupada em assustar criancinhas na Terra dos Sonhos, devidamente trajada de bruxa. Pois é, a Inês quando for grande quer ser actora. Quer ser actora e está mais do que visto que vai precisar de um/a agente - abram alas para a Diana. Diana! - e porquê? Porque está mais do que visto que publicitar o trabalho e a imagem não é o forte dela. Senão vejamos, a minha carissima Inês pertence a esta sociedade blogueira, logo poderia aproveitar o sítio para se ir publicitando, mas publicar as coisas que é bom, "tá queto ò Chico" que isso dá muito trabalho! Que nome se dá a esta atitude? Preguiça, claro está. Depois vêm queixar-se que o governo não dá subsidios e mais não sei o quê... e que a cultura em Portugal é não sei quantas...

Bom, das duas, três: ou sou abatida a tiro à porta de casa, ou então, a Inês e eu continuamos a ser o que sempre fomos: unha com chixa. Aponto mais para a segunda hipótese, é que o blog tem quatro autoras mas só três é que o leêm! (Cá estou eu a bater outra vez no ceguinho, ou melhor, na bruxinha. Ai que piada tão fácil!! Ora lá está, é a crise... só pode.)


Diana



Nota: Como já devem ter percebido a menina da fotografia anexada ao texto é a Inês.