quarta-feira, 1 de abril de 2009

A arte de levar uma tampa

Levar uma tampa. Toda a gente já levou uma (e se disserem que não estão a mentir!). Conhecida por muitos como uma maneira de despachar pessoas indesejadas, é vista por outros como uma arte. Eu desconfio que até haja peritos que se debruçam unicamente sobre esta temática, mas isso levar-nos-ia por outros caminhos.
A questão que se coloca aqui é então a seguinte: porque razão é que levar uma tampa pode ser considerada uma arte? Ora muito bem, há diferentes maneiras de despachar uma pessoa:
1-A chamada técnica do trespasse (defendida por Fernando Alvim)
2-A técnica do “Estou doente, não quero que sofras por minha causa”
3-A célebre frase:”Tu não és o problema…quem o é sou eu.”
4- E mais uma data delas que dependem da originalidade de cada um.
Todas estas artimanhas de certa forma suavizam o acto de deixar alguém de quem já não gostamos, que já não nos diz nada. No fundo até se pode dizer que são formas de compaixão para com a outra pessoa, de maneira a não a fazer sofrer ainda mais. Agora levar uma tampa meus senhores é uma coisa mais a bruta! E tem arte! Sabem porquê? Porque embora se resuma a um simples:” Epah não quero nada contigo. Descola!” faz-nos pensar numa série de coisas ao mesmo tempo: “Mas…mas será que sou chata/o?”, “Será que tenho mau hálito?”, “Não me digas que foi por causa da minha unha encravada!”, “Deixa-me pegar na caçadeira que já te digo!”- enfim; tudo coisas que nos vêm á cabeça no momento. Levar uma tampa deixa-nos estáticos por algum tempo e aí começamos a dar uma volta pela nossa vida, a massacrar-nos e a questionarmo-nos sobre grandes dogmas existenciais (na melhor das situações).
Neste momento sei o que vos está a passar pela cabeça:”Então mas será que ela levou uma tampa?!”. Não têm nada com isso seus curiosos! Limito-me a cumprir as minhas funções de blogueira! E agora se me dão licença vou ali pegar na caçadeira.
Maria João

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Cá está, bela e amarela...



...ou verde, mas verde já não rima com bela, portanto estragava-me o título e toda a gente sabe que amarelo misturado com ciano dá verde. No fundo, no fundo não está assim tão mal. Para além de que, desperdiçar um título é um luxo ao qual não me posso dar, porque a crise anda aí. (A Islândia faliu caros leitores! A Islândia!) Aliás, a culpa desta sociedade blogueira andar tão pouco actualizada é da crise. Não da que anda por aí a falir fábricas e países, não senhor, mas sim da crise de criactividade que atinge estas pobres cabeças.

Voltando ao que interessa... E quem está bela e amarela? A Inês, a sócia que nunca aparece. E nunca aparece porquê? Porque anda francamente mais preocupada em assustar criancinhas na Terra dos Sonhos, devidamente trajada de bruxa. Pois é, a Inês quando for grande quer ser actora. Quer ser actora e está mais do que visto que vai precisar de um/a agente - abram alas para a Diana. Diana! - e porquê? Porque está mais do que visto que publicitar o trabalho e a imagem não é o forte dela. Senão vejamos, a minha carissima Inês pertence a esta sociedade blogueira, logo poderia aproveitar o sítio para se ir publicitando, mas publicar as coisas que é bom, "tá queto ò Chico" que isso dá muito trabalho! Que nome se dá a esta atitude? Preguiça, claro está. Depois vêm queixar-se que o governo não dá subsidios e mais não sei o quê... e que a cultura em Portugal é não sei quantas...

Bom, das duas, três: ou sou abatida a tiro à porta de casa, ou então, a Inês e eu continuamos a ser o que sempre fomos: unha com chixa. Aponto mais para a segunda hipótese, é que o blog tem quatro autoras mas só três é que o leêm! (Cá estou eu a bater outra vez no ceguinho, ou melhor, na bruxinha. Ai que piada tão fácil!! Ora lá está, é a crise... só pode.)


Diana



Nota: Como já devem ter percebido a menina da fotografia anexada ao texto é a Inês.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Bolas!!!

Na capa do Global de hoje pode ler-se o seguinte:
"Um Benfica mais trabalhador do que brilhante venceu ontem o Guimarães, por 2-0, no jogo de estreia na Taça da Liga. Katsouranis (9 m) e Carlos Martins (82 m) marcaram os golos. (...)"

Senhor jornalista que escreveu esta notícia, gostaria de lhe dizer que o símbolo m não se refere minutos, mas sim a metros. A grandeza tempo quando quantificada na unidade minuto é simbolizada por min. Portanto estamos conversados.

Cumprimentos (e não comprimentos!)
Diana

P.S.1: E não é que esta sociedade blogueira já tem um ano? Ah pois é! E continuamos incrivelmente giras e jeitosas!
P.S.2: Viva o Benfica pá!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Muito bom!

Eu cá acho que este sketch d' Os Contemporâneos está brilhante! Foi escrito por Nuno Markl e Francisco Palma e fala sobre os efeitos dos telemóveis. Ora vejam (ou revejam) lá:

http://www.youtube.com/watch?v=xRwakq1wwuY


Diana

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Terror! Pânico! Casas de banho públicas!

Hoje, o tema que coloco em discussão aqui neste blog extremamente interessante é, como todos os outros que aqui são colocados, de uma enorme importância para a nossa sociedade, não estivesse eu a falar nem mais nem menos do que casas de banho públicas. É isso mesmo, casas de banho públicas! Por muitos vistas como uma salvação, são muitas vezes a desgraça de outros. E eu incluo-me neste último grupo. Haverá local mais imundo que uma casa de banho pública? Antes que vocês digam que há, eu antecipo-me dizendo que não há! Já quantos de nós, durante uma viagem pararam numa terra desconhecida, aflitos para ir á casa de banho e se depararam com um sítio todo badalhoco, muitas vezes sem nada para lavar as mãos e sem um autoclismo em condições? Quantos de nós já não passaram pela árdua tarefa de colocar papel higiénico a volta da sanita para tentar evitar tocar directamente na dita sanita que, muito provavelmente, é limpa de ano a ano? E mais! Quantos de nós já não sujaram as calças todas com xixi (falo agora para as senhoras) a tentar não se encostar na sanita, o que nos faz ficar de pé a tentar acertar em tudo menos na nossa roupa. Isto é um drama! Ainda me hão-de dizer quantas vezes já viram alguém a limpar uma casa de banho deste género. Pois, nunca se viu não é? Se calhar isso é porque elas nunca foram limpas! Ah pois! Chocante, no mínimo!
No início do texto disse que para alguns, estas casas de banho poderiam ser a salvação, mas agora pensando bem, não vos consigo dizer para quem é que elas conseguem ser uma salvação… ah já sei! Para alguém que esteja a dar um passeio num jardim e que de repente sente uma enorme vontade de ir á casa de banho, estas podem ser uma salvação. Mas, naturalmente, esse sentimento de alívio por encontrar um sítio para, enfim…pode muito bem ficar á porta da casa de banho. É que muitas pessoas não se estão para chatear a colocar papel higiénico a volta das sanitas públicas. Nunca viram ninguém num parque ou num jardim de cócoras ou de pé (conforme o sexo) a fazer as suas necessidades? Pois bem, da próxima vez lembrem-se que essa pessoa que está atrás de um arbusto a olhar para um lado e para o outro na esperança de não ser vista, antes de estar ali naqueles preparos, foi tentar a sua sorte numa casa de banho pública. Ou então, … ou então é gente que tem preguiça de ir á casa de banho e fica ali assim…

Maria João

"Lucy"


Muitas são as vozes que se têm ouvido contra o novo programa de Luciana Abreu, “Lucy”. Esta é a nova aposta da SIC para entreter a pequenada nas manhãs de fim-de-semana. Aqui, Luciana faz de tudo um pouco. A menina canta, dança, tenta apresentar o programa, manda beijinhos a todas as “crianças do mundo”… No fundo é um programa de variedades, mas ao sábado e ao domingo de manhã.

Agora, as tais vozes insurgem-se contra as coreografias, algumas músicas e principalmente contra a indumentária usada pela apresentadora. É que dá ideia que todo o guarda-roupa de Luciana foi à máquina de lavar, mas como não foi lavado num programa para sintéticos, encolheu.

Mas afinal, estas vozes estavam à espera de quê? De repente a rapariga tem mamas, é normal que as queira mostrar a todo o mundo (mesmo que seja através de um programa infanto-juvenil). Então ela fazia um investimento e depois não o podia rentabilizar? Era o que faltava! Eu aprendi em Economia e Gestão que os investimentos para serem viáveis têm de ser rentáveis.

Por outro lado, este formato acaba por ser a forma encontrada pela SIC para conseguir colar famílias inteiras à televisão, nas manhãs de fim-de-semana. Isto sim é serviço público. Momentos em família. É disto que a nossa sociedade precisa! Ainda que as razões que levam cada elemento do agregado familiar a assistir ao programa sejam diferentes. Senão vejamos: a petizada vê porque adorou a “Floribella” e simplesmente gosta de Luciana Abreu; os pais e os miúdos mais crescidos vêm, porque não podem perder uma oportunidade para contemplar os investimentos da menina; já as mães e as miúdas mais crescidas vêm o programa porque, no fundo, gostariam de fazer um investimento igual ao que Luciana fez. Depois há aquelas pessoas que só vêm de forma a poderem exercer o seu poder crítico.

Agora o leitor pergunta, “Ò Diana, mas que vozes são essas? Han?”. Olhe leitor é a minha, a da Flor, a da Maria João e a da Inês, por exemplo. E o leitor, armado em fino, como sempre, responde, “Ah! Isso é mas é inveja!”. Pois é caro leitor. É inveja sim senhor. Todas nós queremos um topezinho e uns calçõesinhos daqueles, mas infelizmente não encontramos em lado nenhum. Oh sorte malvada!

Diana

Nota: É pá e não é que parece que regressámos ao activo? Desde já ficam aqui as minhas mais sinceras desculpas.

terça-feira, 21 de outubro de 2008

I´m back!!!

Após este tempo todo de pausa, resolvi passar neste lindo "estaminé" para...... suspense... dizer "Olazinho"!!!!
Sim ainda estamos vivas...
Desmotivadas mas vivas...
Epá!!
E por agora é isto de modos que até um dia destes!!!



Flor