Eu cá acho que este sketch d' Os Contemporâneos está brilhante! Foi escrito por Nuno Markl e Francisco Palma e fala sobre os efeitos dos telemóveis. Ora vejam (ou revejam) lá:
http://www.youtube.com/watch?v=xRwakq1wwuY
Diana
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
Terror! Pânico! Casas de banho públicas!
Hoje, o tema que coloco em discussão aqui neste blog extremamente interessante é, como todos os outros que aqui são colocados, de uma enorme importância para a nossa sociedade, não estivesse eu a falar nem mais nem menos do que casas de banho públicas. É isso mesmo, casas de banho públicas! Por muitos vistas como uma salvação, são muitas vezes a desgraça de outros. E eu incluo-me neste último grupo. Haverá local mais imundo que uma casa de banho pública? Antes que vocês digam que há, eu antecipo-me dizendo que não há! Já quantos de nós, durante uma viagem pararam numa terra desconhecida, aflitos para ir á casa de banho e se depararam com um sítio todo badalhoco, muitas vezes sem nada para lavar as mãos e sem um autoclismo em condições? Quantos de nós já não passaram pela árdua tarefa de colocar papel higiénico a volta da sanita para tentar evitar tocar directamente na dita sanita que, muito provavelmente, é limpa de ano a ano? E mais! Quantos de nós já não sujaram as calças todas com xixi (falo agora para as senhoras) a tentar não se encostar na sanita, o que nos faz ficar de pé a tentar acertar em tudo menos na nossa roupa. Isto é um drama! Ainda me hão-de dizer quantas vezes já viram alguém a limpar uma casa de banho deste género. Pois, nunca se viu não é? Se calhar isso é porque elas nunca foram limpas! Ah pois! Chocante, no mínimo!
No início do texto disse que para alguns, estas casas de banho poderiam ser a salvação, mas agora pensando bem, não vos consigo dizer para quem é que elas conseguem ser uma salvação… ah já sei! Para alguém que esteja a dar um passeio num jardim e que de repente sente uma enorme vontade de ir á casa de banho, estas podem ser uma salvação. Mas, naturalmente, esse sentimento de alívio por encontrar um sítio para, enfim…pode muito bem ficar á porta da casa de banho. É que muitas pessoas não se estão para chatear a colocar papel higiénico a volta das sanitas públicas. Nunca viram ninguém num parque ou num jardim de cócoras ou de pé (conforme o sexo) a fazer as suas necessidades? Pois bem, da próxima vez lembrem-se que essa pessoa que está atrás de um arbusto a olhar para um lado e para o outro na esperança de não ser vista, antes de estar ali naqueles preparos, foi tentar a sua sorte numa casa de banho pública. Ou então, … ou então é gente que tem preguiça de ir á casa de banho e fica ali assim…
No início do texto disse que para alguns, estas casas de banho poderiam ser a salvação, mas agora pensando bem, não vos consigo dizer para quem é que elas conseguem ser uma salvação… ah já sei! Para alguém que esteja a dar um passeio num jardim e que de repente sente uma enorme vontade de ir á casa de banho, estas podem ser uma salvação. Mas, naturalmente, esse sentimento de alívio por encontrar um sítio para, enfim…pode muito bem ficar á porta da casa de banho. É que muitas pessoas não se estão para chatear a colocar papel higiénico a volta das sanitas públicas. Nunca viram ninguém num parque ou num jardim de cócoras ou de pé (conforme o sexo) a fazer as suas necessidades? Pois bem, da próxima vez lembrem-se que essa pessoa que está atrás de um arbusto a olhar para um lado e para o outro na esperança de não ser vista, antes de estar ali naqueles preparos, foi tentar a sua sorte numa casa de banho pública. Ou então, … ou então é gente que tem preguiça de ir á casa de banho e fica ali assim…
Maria João
"Lucy"

Muitas são as vozes que se têm ouvido contra o novo programa de Luciana Abreu, “Lucy”. Esta é a nova aposta da SIC para entreter a pequenada nas manhãs de fim-de-semana. Aqui, Luciana faz de tudo um pouco. A menina canta, dança, tenta apresentar o programa, manda beijinhos a todas as “crianças do mundo”… No fundo é um programa de variedades, mas ao sábado e ao domingo de manhã.
Agora, as tais vozes insurgem-se contra as coreografias, algumas músicas e principalmente contra a indumentária usada pela apresentadora. É que dá ideia que todo o guarda-roupa de Luciana foi à máquina de lavar, mas como não foi lavado num programa para sintéticos, encolheu.
Mas afinal, estas vozes estavam à espera de quê? De repente a rapariga tem mamas, é normal que as queira mostrar a todo o mundo (mesmo que seja através de um programa infanto-juvenil). Então ela fazia um investimento e depois não o podia rentabilizar? Era o que faltava! Eu aprendi em Economia e Gestão que os investimentos para serem viáveis têm de ser rentáveis.
Por outro lado, este formato acaba por ser a forma encontrada pela SIC para conseguir colar famílias inteiras à televisão, nas manhãs de fim-de-semana. Isto sim é serviço público. Momentos em família. É disto que a nossa sociedade precisa! Ainda que as razões que levam cada elemento do agregado familiar a assistir ao programa sejam diferentes. Senão vejamos: a petizada vê porque adorou a “Floribella” e simplesmente gosta de Luciana Abreu; os pais e os miúdos mais crescidos vêm, porque não podem perder uma oportunidade para contemplar os investimentos da menina; já as mães e as miúdas mais crescidas vêm o programa porque, no fundo, gostariam de fazer um investimento igual ao que Luciana fez. Depois há aquelas pessoas que só vêm de forma a poderem exercer o seu poder crítico.
Agora o leitor pergunta, “Ò Diana, mas que vozes são essas? Han?”. Olhe leitor é a minha, a da Flor, a da Maria João e a da Inês, por exemplo. E o leitor, armado em fino, como sempre, responde, “Ah! Isso é mas é inveja!”. Pois é caro leitor. É inveja sim senhor. Todas nós queremos um topezinho e uns calçõesinhos daqueles, mas infelizmente não encontramos em lado nenhum. Oh sorte malvada!
Diana
Nota: É pá e não é que parece que regressámos ao activo? Desde já ficam aqui as minhas mais sinceras desculpas.
Agora, as tais vozes insurgem-se contra as coreografias, algumas músicas e principalmente contra a indumentária usada pela apresentadora. É que dá ideia que todo o guarda-roupa de Luciana foi à máquina de lavar, mas como não foi lavado num programa para sintéticos, encolheu.
Mas afinal, estas vozes estavam à espera de quê? De repente a rapariga tem mamas, é normal que as queira mostrar a todo o mundo (mesmo que seja através de um programa infanto-juvenil). Então ela fazia um investimento e depois não o podia rentabilizar? Era o que faltava! Eu aprendi em Economia e Gestão que os investimentos para serem viáveis têm de ser rentáveis.
Por outro lado, este formato acaba por ser a forma encontrada pela SIC para conseguir colar famílias inteiras à televisão, nas manhãs de fim-de-semana. Isto sim é serviço público. Momentos em família. É disto que a nossa sociedade precisa! Ainda que as razões que levam cada elemento do agregado familiar a assistir ao programa sejam diferentes. Senão vejamos: a petizada vê porque adorou a “Floribella” e simplesmente gosta de Luciana Abreu; os pais e os miúdos mais crescidos vêm, porque não podem perder uma oportunidade para contemplar os investimentos da menina; já as mães e as miúdas mais crescidas vêm o programa porque, no fundo, gostariam de fazer um investimento igual ao que Luciana fez. Depois há aquelas pessoas que só vêm de forma a poderem exercer o seu poder crítico.
Agora o leitor pergunta, “Ò Diana, mas que vozes são essas? Han?”. Olhe leitor é a minha, a da Flor, a da Maria João e a da Inês, por exemplo. E o leitor, armado em fino, como sempre, responde, “Ah! Isso é mas é inveja!”. Pois é caro leitor. É inveja sim senhor. Todas nós queremos um topezinho e uns calçõesinhos daqueles, mas infelizmente não encontramos em lado nenhum. Oh sorte malvada!
Diana
Nota: É pá e não é que parece que regressámos ao activo? Desde já ficam aqui as minhas mais sinceras desculpas.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
I´m back!!!
Após este tempo todo de pausa, resolvi passar neste lindo "estaminé" para...... suspense... dizer "Olazinho"!!!!
Sim ainda estamos vivas...
Desmotivadas mas vivas...
Epá!!
E por agora é isto de modos que até um dia destes!!!
Flor
Sim ainda estamos vivas...
Desmotivadas mas vivas...
Epá!!
E por agora é isto de modos que até um dia destes!!!
Flor
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
“É complicado pá!”
Realmente só existem dois temas capazes de desbloquear uma conversa. São eles: o estado do tempo e o Benfica! Não falha. Imaginem que encontram alguém que já não vêm há um tempão e com quem não têm muita afinidade. De que falarão? É simples. Do trabalho, da família, de um ou outro colega em comum… até que se esgotem os temas de conversa e ninguém consiga dizer “Adeus pá, bem sei que ainda só estamos a falar há 3 minutos, mas já tou farto de te ouvir. Continuação de bom dia. Cumprimentos à família.” E então, estão ali vocês, a pensar no que dizer a seguir, para terminar aquele silêncio constrangedor… e pimba, alguém lança frases como: “e este tempo pá?” ou ”e o benfica este ano pá?”. E pronto, garante-se a conversa por mais 5 minutos. Uh, uh! No fim alguém vai dizer, “é complicado pá! Bom, vou indo. Prazer em ver-te. Depois telefona-me para marcarmos qualquer coisa.” E é evidente que ninguém vai telefonar…mas isso já ambos sabiam, ou não?
Diana
P.S.: Um agradecimento especial à Maria Jõao pelo seu último texto, “Coise…”, que tanto contribuiu para o meu desbloqueio criativo. (Tenho a mania, tenho. Acho-me tão boa, que até julgo ter bloqueios criativos. Ele há gente para tudo, sem dúvida!)
Diana
P.S.: Um agradecimento especial à Maria Jõao pelo seu último texto, “Coise…”, que tanto contribuiu para o meu desbloqueio criativo. (Tenho a mania, tenho. Acho-me tão boa, que até julgo ter bloqueios criativos. Ele há gente para tudo, sem dúvida!)
domingo, 17 de agosto de 2008
Coise...
Já à algum tempo que não escrevia nada para o blog. A verdade é que não tenho tido ideias nenhumas para fazer posts. Não sei o que se passa, mas não me tem surgido nada de interessante para falar (se é que alguma vez surgiu…) e não quero publicar aqui um post feito às três pancadas! Para isso é melhor estar quieta. Pensei falar de muitas coisas, mas nenhuma delas me pareceu digna de estar neste magnífico blog, blog este, que se debruça sobre questões tão interessantes como o papel das moscas na sociedade ou até pela maravilhosa temática: porquê o uso de bigode? Como devem compreender, este é um blog sério onde se colocam questões tabu que mais ninguém tem coragem para discutir. Este blog é um verdadeiro espaço revolucionário! Grandes decisões vão ser tomadas aqui! Não sei, parece que o pressinto, não sei… Agora nem sei que deva escrever… Poderia falar sobre o tempo, mas talvez seja um tema que já não interesse a muita gente até porque, na minha opinião este, muitas vezes tema de conversa, tem sido banalizado ao longo do tempo. Banalizado sim senhor! Hoje em dia em todo o lado se fala no tempo! No elevador, no supermercado, nas casas se banho públicas, nas salas de espera dos consultórios e até mesmo nos cabeleireiros, vejam só! … E normalmente fala-se do tempo quando não há mais nada de jeito para dizer. Parece que já estou a imaginar uma conversa típica entre vizinhos:
- E de maneiras que é assim uma vida…
-É verdade, é assim uma vida…
-Pois, isso lá é verdade…
(silêncio constrangedor)
-Ó vizinha, isto é que vai para aqui um tempo não acha? Ora está frio, ora está calor! Nem se percebe em que estação estamos!
-Também digo! Nem dá vontade de fazer nada.
-Pois não, não…
(novamente, silêncio constrangedor)
Isto até que uma delas acabe a conversa da seguinte maneira: “ Bem vou indo que tenho o comer ao lume. Até logo.” Na minha opinião, deveriam ser feitos vários estudos que arranjassem solução para este tipo de problemas tais como, não saber o que dizer quando já esgotamos todos os temas de conversa. Talvez um dia me debruce sobre esta temática… talvez… ia dar muito jeito a muito boa gente! A começar por mim. É que isto de não ter ideias para escrever um post é lixado! E depois acabá- lo a falar do tempo é deprimente! Mas não se pode ser sempre uma mente brilhante, há que dar espaço às outras pessoas para poderem brilhar! Desta vez, eu deixo, mas prometo que voltarei com um tema bem mais interessante. Até lá, divirtam-se e conduzam com precaução!
Maria João
- E de maneiras que é assim uma vida…
-É verdade, é assim uma vida…
-Pois, isso lá é verdade…
(silêncio constrangedor)
-Ó vizinha, isto é que vai para aqui um tempo não acha? Ora está frio, ora está calor! Nem se percebe em que estação estamos!
-Também digo! Nem dá vontade de fazer nada.
-Pois não, não…
(novamente, silêncio constrangedor)
Isto até que uma delas acabe a conversa da seguinte maneira: “ Bem vou indo que tenho o comer ao lume. Até logo.” Na minha opinião, deveriam ser feitos vários estudos que arranjassem solução para este tipo de problemas tais como, não saber o que dizer quando já esgotamos todos os temas de conversa. Talvez um dia me debruce sobre esta temática… talvez… ia dar muito jeito a muito boa gente! A começar por mim. É que isto de não ter ideias para escrever um post é lixado! E depois acabá- lo a falar do tempo é deprimente! Mas não se pode ser sempre uma mente brilhante, há que dar espaço às outras pessoas para poderem brilhar! Desta vez, eu deixo, mas prometo que voltarei com um tema bem mais interessante. Até lá, divirtam-se e conduzam com precaução!
Maria João
domingo, 6 de julho de 2008
Mas porque é que...
...algumas pessoas insistem em partilhar a música que têm armazenada no telemovel, com os restantes passageiros do metropolitano? Hum? Porque será?
Diana
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