domingo, 17 de agosto de 2008

Coise...

Já à algum tempo que não escrevia nada para o blog. A verdade é que não tenho tido ideias nenhumas para fazer posts. Não sei o que se passa, mas não me tem surgido nada de interessante para falar (se é que alguma vez surgiu…) e não quero publicar aqui um post feito às três pancadas! Para isso é melhor estar quieta. Pensei falar de muitas coisas, mas nenhuma delas me pareceu digna de estar neste magnífico blog, blog este, que se debruça sobre questões tão interessantes como o papel das moscas na sociedade ou até pela maravilhosa temática: porquê o uso de bigode? Como devem compreender, este é um blog sério onde se colocam questões tabu que mais ninguém tem coragem para discutir. Este blog é um verdadeiro espaço revolucionário! Grandes decisões vão ser tomadas aqui! Não sei, parece que o pressinto, não sei… Agora nem sei que deva escrever… Poderia falar sobre o tempo, mas talvez seja um tema que já não interesse a muita gente até porque, na minha opinião este, muitas vezes tema de conversa, tem sido banalizado ao longo do tempo. Banalizado sim senhor! Hoje em dia em todo o lado se fala no tempo! No elevador, no supermercado, nas casas se banho públicas, nas salas de espera dos consultórios e até mesmo nos cabeleireiros, vejam só! … E normalmente fala-se do tempo quando não há mais nada de jeito para dizer. Parece que já estou a imaginar uma conversa típica entre vizinhos:
- E de maneiras que é assim uma vida…
-É verdade, é assim uma vida…
-Pois, isso lá é verdade…
(silêncio constrangedor)
-Ó vizinha, isto é que vai para aqui um tempo não acha? Ora está frio, ora está calor! Nem se percebe em que estação estamos!
-Também digo! Nem dá vontade de fazer nada.
-Pois não, não…
(novamente, silêncio constrangedor)
Isto até que uma delas acabe a conversa da seguinte maneira: “ Bem vou indo que tenho o comer ao lume. Até logo.” Na minha opinião, deveriam ser feitos vários estudos que arranjassem solução para este tipo de problemas tais como, não saber o que dizer quando já esgotamos todos os temas de conversa. Talvez um dia me debruce sobre esta temática… talvez… ia dar muito jeito a muito boa gente! A começar por mim. É que isto de não ter ideias para escrever um post é lixado! E depois acabá- lo a falar do tempo é deprimente! Mas não se pode ser sempre uma mente brilhante, há que dar espaço às outras pessoas para poderem brilhar! Desta vez, eu deixo, mas prometo que voltarei com um tema bem mais interessante. Até lá, divirtam-se e conduzam com precaução!


Maria João

domingo, 6 de julho de 2008

Mas porque é que...

...algumas pessoas insistem em partilhar a música que têm armazenada no telemovel, com os restantes passageiros do metropolitano? Hum? Porque será?
Diana

segunda-feira, 30 de junho de 2008

4 = 2

A semana passada numa aula de Economia e Gestão, o professor pediu que a turma se distribuisse em grupos de três ou quatro elementos. Quando se abeirou do meu grupo, afim de distribuir os enunciados de um exercício, proferiu as seguintes palavras:

"Vocês são quatro, ficam com dois, um para cada um."


Esta frase alterou a forma como eu via a matemática. Subitamente, a tabuada caia por terra, tudo o que aprendi deixava de fazer sentido. (Claro que isto foi só durante dez segundos depois voltei à realidade e desatei a rir.)


Que dizer desta frase? Baaaaah! E o leitor dirá: Ah! todos se enganam. E eu respondo, pois enganam mas devem corrigir-se. E além disso, o senhor é professor[1] de Economia[2] e Gestão[3], o que pressupõe um vasto conhecimento de matemática. Não pode andar por aí a dizer que quatro é igual a dois. E então, o leitor insistentemente retroquirá: Mas ele não se apercebeu do que disse. E então eu pergunto: Afinal de quem é o texto? Hum? Agradecia que não o arruinasse prezado leitor.


Diana



[1] professor
nome masculino
1. indivíduo que ensina (uma ciência, uma arte, uma língua, etc.)
2. titular de uma cadeira do ensino universitário
3.figurado aquele que é adestrado ou perito em qualquer arte ou ciência
(Do lat. professóre-, «id.»)

[2] economia
nome feminino
1. ciência que estuda a produção, distribuição e consumo de bens e serviços, e a repartição de rendimentos
2. conjunto de actividades desenvolvidas pelo homem para obter os bens e serviços indispensáveis à satisfação das suas necessidades
3. aproveitamento eficiente de recursos
4. equilíbrio harmonioso entre as partes e o todo
5. moderação nas despesas, poupança
6. antiquado boa administração ou ordem da casa, de estabelecimento, bens particulares ou públicos
7. [plural] dinheiro acumulado e posto de reserva, pé-de-meia;

[3] gestão
nome feminino
1. actividade ou processo de administração de uma empresa, instituição, etc.; acto de gerir
2. conjunto de medidas de administração (de uma organização, empresa, etc.) aplicadas durante um determinado período; modo de gerir
3. conjunto de pessoas que gerem uma instituição; gerência
4. utilização racional de recursos em função de um determinado projecto ou de determinados objectivos
5. conciliação de opiniões divergentes; consenso
(Do lat. gestióne-, «acção de dirigir»)

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Veni, vidi e fui embora.

Fim do falso patriotismo. Para a semana volta tudo ao normal e já todos querem ser outra vez espanhóis. Mas que ninguém entre em pânico, esta síndrome de patriotismo repentino voltará dentro de dois anos. E nessa altura, durante quinze dias, o português voltará ter orgulho em ser português (e daí talvez não, agora que o grande mentor vai pregar para outras bandas…quem vai proteger os “mininuis”? Quem vai incitar o povo a pendurar bandeiras por todo o lado, mesmo que algumas fiquem ao contrário? Hum? Questões que atormentam esta pobre mente).

Atenção, que fique bem claro que eu apoio a Selecção Portuguesa de Futebol,[1] e que como todos fiquei triste (mas não fiz drama) com a sua eliminação. A verdade é que não preciso de competições europeias/mundiais para ter orgulho no meu país. Parece-me que, o futebol é o ópio do povo, porque ao longo de todos estes dias a julgar pelas noticias transmitidas pelos telejornais, quase nada de relevante aconteceu além da participação da selecção no Europeu de Futebol. E depois existem os directos, os especiais…mas com mil raios, o que é que me interessa a mim saber qual foi o jantar dos atletas e quantos pares de chuteiras tem cada um?


Diana

Nota: Gostaria de agradecer a todos os que colaboraram na escolha do título deste texto. Muito obrigada.


[1] Assim como apoio as selecções de outras modalidades desportivas, os cantores, os escritores, os pintores, os cientistas… que se notabilizam no exterior.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Vire à direita...afinal era à esquerda!!!!

ATENÇÃO: devo adverti-lo que este post nada tem de engraçado. Obrigada e volte sempre!



O cérebro é qualquer coisa fenomenal, mas quando se vê perante uma das mais recentes invenções do homem, deixa muito a desejar...
O lindo GPS, aparelhinho extremamente importante para muitos condutores, e não só, tem tamanha influência nas nossas vidas que quando dermos por ela até para irmos à casa de banho precisaremos de recorrer a esse magnífico exemplo da evolução.
Agora uma questão se impõe! Numa luta entre GPS e cérebro quem ganha?? Claro está que o grande vencedor é o GPS... Contrariá-lo não é recomendável! Quando ele diz "Vire á direita" o melhor que temos a fazer é obedecer mesmo que para isso tenham de se dar voltas intermináveis!
Mas que é feito do antigo método "deixar-se levar pela memória e pelas placas de informação, quando presentes, nas estradas"? Era suposto o dito aparelho facilitar a vida e não obrigar o utilizador a dar voltas e voltas quando o caminho é uma linda linha recta...
Ai, ai... Que canseira ser-se inovador e tecnológico!!



Flor

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Ele há cada uma!

A semana passada veio a lume uma notícia que dava conta do alegado roubo das cinzas de Kurt Cobain. Ao que tudo indica, Courtney Love, fazia-se acompanhar das cinzas do marido para todo o lado dentro de uma malinha cor-de-rosa em forma de ursinho. Courtney sentia, que esta era a única forma de estar mais próxima do seu defunto marido(tão queridinha que ela é!).

Quanto a possiveis responsáveis pelo roubo, só me ocorrem duas hipóteses: ou foi um maluquinho qualquer com vontade de ganhar umas coroas valentes num leilão ou no mercado negro, ou então foi algum fã de Cobain decidido a dar alguma dignidade às suas cinzas. Isto porque, o facto do ícone do grunge, que marcou uma geração, andar dentro de uma mala cor-de-rosa em forma de ursinho é no mínimo rídiculo. (Aliás, nem sei o que será mais patético, se o roubo em si ou a forma de armazenamento.)

Inicialmente ocorreu-me que o responsável pelo roubo, tivesse sido Keith Richards, depois das cinzas do pai... (Pronto,ok. Piada parva, mas não resisti.)

Diana

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Mil perdões!

Gostaria de pedir desculpa pela falta de posts novos aqui no blog, mas a verdade é que, não temos tido muito tempo livre para escrever (de resto também nao se perde grande coisa!). No entanto, eu prometo que assim que estiver mais livre, hei-de escrever sobre: quedas em auditórios cheios de gente, perdas de passe e consequente multa e iogurtes que se fazem descaradamente a mim.

Diana

P.S.: o título foi sugerido pela Inês, ora cá está mais uma prova da sua existência!